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Em reunião convocada por Adelino Follador, Secretário de Educação afirma que professores receberão piso salarial retroativo

Suamy Vivecananda informou ainda que Seduc pretende ampliar serviço de segurança nas escolas

01/08/2020

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Atendendo a convocação do deputado Adelino Follador (DEM), o secretário da Educação (Seduc), Suamy Vivecananda, disse no Plenário da Assembleia Legislativa, terça-feira (29), que o Governo está implantando neste mês de agosto o piso salarial (R$ 2.886,24 do Ministério da Educação) dos professores da rede estadual, e que vai pagar retroativamente a diferença salarial imposta pela implantação do piso.

Segundo o deputado, esta foi a principal decisão da reunião com o secretário, visto que o tema piso salarial se arrastava desde janeiro a depender de uma decisão governamental. Para Follador, é fundamental que a tabela de salário estadual seja reajustada ao valor do piso federal, para que os professores tenham segurança quanto à sua remuneração, definida em bases legais, e por consequência sirva de estímulo às atividades do ensino e cheguem ao estudante como melhoria no aprendizado.

Adelino Follador disse também que Vivecananda assegurou que está nos planos da Seduc a ampliação do serviço de segurança nas escolas, começando pelas que apresentam os maiores índices de insegurança – violência, furtos e assaltos. Atualmente apenas 40 escolas da rede estadual dispõem do serviço de segurança, e é este número nos níveis da segurança que a Seduc prometeu ampliar, estendendo esta ação para outras escolas.

Relator do projeto que instituiu o Programa Ir e Vir, que atualmente está presente em 42 municípios, o deputado disse que este foi outro assunto tratado como secretário, que disse estar aberto à adesão pelo restante dos municípios (faltam 10) que ainda não formalizaram interesse em participar do programa que garante recursos aos municípios para transportar os estudantes.

O deputado destacou que há muito ainda que fazer para melhorar as condições do ensino no Estado em função da pandemia do novo coronavírus. O secretário não deu ou previu uma data para o retorno presencial das aulas no Estado, o que só será possível, segundo suas explicações, após o pico das ocorrências dos casos de Covid-19, com a consequente queda dos índices de contaminação pela doença no Estado.

Texto: Assessoria – Foto: Marcos Figueira-ALE/RO

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