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Glaucione não deve mais voltar para a prefeitura de Cacoal em 2020

A prefeita, que recentemente lançou seu nome para disputar à reeleição na “Capital do Café”, teve a prisão preventiva decretada nesta manhã, assim como outros três prefeitos rondonienses: de Ji-Paraná, Rolim de Moura e São Francisco do Guaporé.

25/09/2020

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Em coletiva de imprensa na tarde desta sexta-feira (25), sobre a Operação Reciclagem, o delegado da Polícia Federal, Flori Júnior, destacou que os prefeitos que tiveram a prisão preventiva ficarão pelo menos 120 dias afastados do cargo. Ou seja, Glaucione Rodrigues não deve retornar este ano para a Prefeitura de Cacoal.

A prefeita, que recentemente lançou seu nome para disputar à reeleição na “Capital do Café”, foi presa nesta manhã, assim como outros três prefeitos rondonienses: de Ji-Paraná, Rolim de Moura e São Francisco do Guaporé. Em imagens que circulam é possível ver Glaucione Rodrigues recebendo um pacote que conteria grande valor em dinheiro vivo.

Sobre a prisão dos quatro prefeitos, o delegado disse que não se pode ainda dizer que trata-se de um grupo, mas foi possível notar um “comportamento padrão” entre eles, que são acusados de concussão, “crime praticado por funcionário público, em que este exige, para si ou para outrem, vantagem indevida, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela”.

Segundo o delegado, os investigados ainda não foram ouvidos. Isso só acontecerá após os advogados dos mesmos terem acesso ao inquérito da investigação.

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Sobre o dinheiro apreendido, o delegado enalteceu: “Queríamos tentar achar o dinheiro que foi repassado e em alguns casos conseguimos encontrar. Bastava uma nota, com o número de série determinado, para haver a confirmação do crime”, ressaltou.

Questionado se pode haver ainda outros prefeitos envolvidos, o delegado foi enfático! “A formalização da prova nos obrigou a paralisar a operação. Se déssemos seguimento, provavelmente ainda haveria muita coisa para ser descoberta. Eles sabem o que fizeram no verão passado”, enalteceu em relação à consciência de prováveis outros praticantes do mesmo tipo de crime.

A investigação, que durou pouco mais de dez meses, teve início em dezembro de 2019 e contou com a colaboração de empresário que, recebendo exigência para recebimento de dívidas pela prestação de serviços ao poder público, resolveu contatar as autoridades para denunciar os ilícitos.

Além disso, o Relator determinou o afastamento das funções públicas dos envolvidos e o bloqueio de ativos que ultrapassam R$ 1,5 milhões, valor conectado ao que, em tese, teriam recebido de forma ilícita.

(Da Redação – Tribuna Popular / Foto: Anderson Lima)

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