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“Meu desafio era ficar vivo”, lembra transplantado duplo de pulmão

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Tudo começou com uma pneumonia, mas a progressão do quadro clínico do operador de som Augusto Walmir Zuvela Péra foi tão grave que ele desenvolveu uma fibrose (tecido cicatricial no pulmão que dificulta o funcionamento do órgão). Anos depois, por conta do problema, ele chegou a perder 35 quilos durante uma internação e precisou de um transplante de pulmão duplo.

Quem o vê hoje, aos 65 anos, com uma rotina atribulada, não imagina a jornada que Augusto enfrentou para viver o que ele define como “uma vida absolutamente normal”.

O problema do operador de som se acumulou ao longo de anos. Em 1986, ele teve uma pneumonia grave. Na época, foi tratado e curado, mas ali se formou uma pequena fibrose em seu pulmão.

“Como eu tinha rinite, a médica da época já me avisou para ficar de olho, que poderia evoluir. Eu tinha 30 e poucos anos. De lá pra cá, toda vez que eu pegava uma gripe, a fibrose se manifestava. Com o tempo, ela foi aumentando e, depois de uns 10 ou 12 anos, me aconselharam a procurar um pneumologista”, lembra Augusto. (Metrópoles)

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