Ex-tribuneiro relança seu primeiro livro

Fugindo do desemprego dos anos 80, e atraído por uma curiosidade aventureira, o autor chegaria em Cacoal em 84, ainda aos vinte anos. Vinha de Barra Mansa, RJ, onde nasceu, área urbana do sul do estado. A maior proximidade com o meio rural se realizaria então nesse novo lar — o qual visita uma vez por ano, conforme o tempo, para rever irmã e família.

Naqueles tempos, a Grande Cacoal era mais madeira e poeira. E já tinha renome no estado devido a sua atividade econômica e cultural. Para o autor é interessante lembrar que este veículo, Tribuna Popular, naqueles dias e mesmo agora em tempos de rede social, está vivo e atuante.

O encontro entre a trajetória do autor e a da imprensa cacoalense se daria entre o segundo semestre de 1986 e meados de 1987. Saindo da atividade bancária, estreou como revisor — e redator eventual e outros serviços. Em jornal pequeno, já se sabe, até o dono aparece varrendo, entregando e dobrando jornal. (Naquela época, era possível ver Adair Perin fazendo isso e inspirando seus colegas com o amor e a necessidade do ofício).

Depois dessa experiência essencial, pouco mais adiante o autor seria gerente da Rádio Educadora AM de Rolim de Moura. Do somatório dessas e outras vivências, particularmente em Rondônia, de onde saiu para São Paulo em 1995, acabou aportando na literatura de ficção.

Primeiramente por gosto, em 2011. Mas deixou o hobby de lado. Agora, volta como um modo de ser e estar no mundo, de algo que pode fazer bem, levando uma mensagem de amor e reflexão sobre a conduta humana, como o leitor verá nesse relançamento do seu primeiro livro: “Homem na Encruzilhada”, cuja sinopse segue adiante.

Nezinho é um jovem de vinte e sete anos que retorna à casa dos seus pais no interior do país. Desde o momento em que a sua mãe o recebe até sua escolha em permanecer ou não, acompanhamos um ser humano em busca de respostas.

Ao seu lado está a mão invisível de Deus e a obra inteligente e maligna do homem. Seus pais guardam a fé no Cristo e Nezinho aparentemente a perdeu. Talvez seja isso que também espera no seu antigo lar, um encontro. Um grande encontro!

Passando pelos cenários comuns da memória da humanidade, a infância, a adolescência, a juventude, a vida adulta, desde um ambiente rural, vemos a esperança de um amor romântico nascer em sua vida, diante de suas escolhas novas e velhas.

“Homem na Encruzilhada” espera ser parte de um retrato do ser humano, por mais terrível que seja, nas encruzilhadas dessa nossa terra de peregrinação.

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