O DIA 21 DE DEZEMBRO NA HISTÓRIA

O DIA 21 DE DEZEMBRO NA HISTÓRIA

Por Lúcio Albuquerque
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21.12.24 – BOM DIA!

RONDÔNIA
1947 – A partir desta data, por decreto do prefeito Carlos Mendonça, a Avenida Divisória passa a ser a Avenida Presidente Dutra.
1950 – O governador Moacir de Miranda premia o estudante José de Melo Garcia CR$ 1 mil, pelo seu desempenho na Escola “Samaritana”.
1980– A antiga estação terminal da EFMM passa a ser o Museu Histórico Municipal de Guajará-Mirim.
1982 – Restos da 1ª eleição estadual: O PMDB quer mais uma cadeira de deputado estadual e o suplente de federal João Lucena vai ao TSE, dizer que foi “garfado” na totalização de votos.
1987 – A CPI da Assembleia Legislativa, que apura exploração irregular de madeira nobre, vai a diversos locais do Estado e deve encaminhar a questão ao MP.
1988 – O governador Jerônimo Santana nomeia Comissão Especial para estudar a proposta de transferência da capital do Estado e até o prefeito Tomás Correia, aliado dele, critica a ideia.
1990 – A poucos dias da “Noite Feliz” centenas de funcionários de autarquias, com salários de novembro atrasados e sem ideia de quando receberão pelo menos o 13º, devem passar o natal à “pão e água”.

HOJE É
2015 – Incêndio de grandes proporções destrói o Museu da Língua Portuguesa na Estação da Luz. Dia Nacional do Atleta.
Católicos celebram São Pedro Canísio, São Miqueias,

BRASIL
1980 — Morre Nelson Rodrigues (n. 1912), dramaturgo e escritor brasileiro.

MUNDO
1844 — Vinte e oito tecelões de Rochdale (ING), lança ao mundo a semente do sistema econômico do cooperativismo. 1937 — O filme Branca de Neve e os Sete Anões, de Walt Disney, estreia nos cinemas.

FOTO DO DIA

O JK DE ITAJAI

Cognominar o governador Jerônimo Santana (1987/91) de “JK de Jataí” foi uma comparação irônica do prefeito de Porto Velho Tomás Correia, ao reagir à proposta de seu aliado político que nomeou uma comissão para organizar a mudança da capital para uma localidade interiorana.
Muito desgastado pelo não cumprimento de promessas (“vou governar com quem ajudou a eleger”, mas trouxe dezenas de supostos técnicos de fora do Estado, marginalizando os locais), e deixar sem pagamento milhares de servidores públicos, Santana decidiu mudar a capital.
A ideia não era nova e deputados oriundos da BR-364 já chamavam àquela altura de Porto Velho ser “capital do contracheque” e alegarem que a sede estadual “está de costas para o Estado”, Jerônimo tentava abocanhar a liderança da proposta.
Era comum ouvir de assessores do governador frases tipo “se o Juscelino mudou a capital do Rio para Brasília por que não se pode mudar nossa capital para a BR?”. A referência a Jataí” foi pelo fato da cidade ser a cidade natal de Santana.

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