
A Justiça de Rondônia, por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COMSIV) realizou, na última semana, uma visita institucional à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM). A comitiva do Judiciário, foi liderada pela coordenadora da Comsiv, desembargadora Inês Moreira da Costa e contou com a presença das juízas Márcia Regina e Keila Alessandra Almeida, ambas dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.
O objetivo principal do encontro foi alinhar estratégias de atuação integrada e conhecer de perto a infraestrutura atualmente disponibilizada para o atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica. Durante a visita, as magistradas foram recebidas pelo delegado Leonardo Magela e conheceram o espaço físico destinado ao acolhimento das vítimas e a dinâmica dos setores administrativos da unidade policial.
O delegado expôs as principais dificuldades do setor de atendimento. A visita proporcionou um diálogo construtivo sobre as áreas em que o Tribunal de Justiça pode colaborar, buscando a melhoria contínua dos serviços e o apoio às necessidades da equipe local.
A iniciativa integra o planejamento estratégico da Coordenadoria para a promoção de novas ações e projetos que buscam garantir maior efetividade na defesa dos direitos das mulheres. A atuação coordenada e interinstitucional vai ao encontro das diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, em especial o ODS 5 (Igualdade de Gênero) e o ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), reforçando o compromisso do Judiciário com o combate a todas as formas de violência.
Como desdobramento prático do encontro, ficou definida a realização de uma nova visita institucional da coordenadora da Comsiv à delegacia de plantão, unidade responsável pelo atendimento às vítimas após o expediente regular.
A Coordenadoria mantém os esforços pela atuação conjunta de todos os membros da rede de enfrentamento à violência contra a mulher. A Coordenadoria continuará em contato direto com os demais parceiros que compõem a rede, por meio de reuniões e encontros estratégicos para fortalecer a proteção, a integração dos serviços e a agilidade no atendimento de forma integral. “A união e o diálogo entre as instituições são fundamentais para garantir um acolhimento digno e a proteção efetiva das mulheres em situação de violência”, destacou a desembargadora.
(Assessoria de Comunicação Institucional/TJRO)












