Iphan recebe honraria pela preservação do Patrimônio Cultural em Rondônia

Recentemente, a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Rondônia, representada pela superintendente Alyne Mayra dos Santos, foi agraciada pelo título honorífico Comenda Madeira-Mamoré. A honraria, considerada a mais alta concedida pela Prefeitura de Porto Velho, reconhece autoridades públicas, representantes de instituições e membros da sociedade civil que contribuem para a proteção e promoção do legado da histórica Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, além de fomentar o desenvolvimento socioeconômico e cultural do município.   

A cerimônia, realizada no Teatro Banzeiros, integrou as comemorações pelos 110 anos da capital rondoniense e contou com a presença de autoridades locais e convidados. A comenda foi entregue pelo prefeito Léo Moraes, destacando a relevância da atuação do Iphan para a preservação do Patrimônio Cultural no estado.   

Ao receber a honraria, a superintendente ressaltou a importância do reconhecimento para o trabalho desenvolvido pelo Instituto em Rondônia. “Desde 2023, sempre buscamos o diálogo com os órgãos estaduais e municipais, mas principalmente com a sociedade. Receber a Comenda Madeira-Mamoré mostra que estamos no caminho certo na Educação Patrimonial e preservação dos nossos bens culturais no estado, bem como na articulação e difusão de nossa missão institucional. Temos inúmeros desafios, e receber a titulação de honra mais alta que um município pode conceder nos anima e motiva a continuar o excelente trabalho que a equipe do Iphan vem realizando em Rondônia”, destacou Alyne Mayra.   

 

Legado da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

Tombada pelo Iphan em 2008, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré é um marco histórico e cultural para Porto Velho e Rondônia. Inaugurada em 1912, a ferrovia trouxe desenvolvimento econômico para a região, durante o ciclo da borracha, facilitando a produção e comercialização do produto no norte do país. Inicialmente gerida por empresas privadas ligadas à exportação da borracha boliviana, a ferrovia passou para o controle do Estado brasileiro na década de 1930. 

O Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré passou por algumas reformas e hoje conta com espaços de convivência e um museu que guarda a história de Porto Velho e da ferrovia. O local esteve fechado desde 2019 e foi reaberto à população em 2024 por iniciativa do Iphan, Ministério Público Federal (MPF), Prefeitura Municipal de Porto Velho, Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e a empresa concessionária Amazon Fort. 

(Assessoria de Comunicação Iphan)

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