
Uma comitiva do setor produtivo saiu de Porto Velho, no início desta semana, rumo a Manaus pela rodovia BR-319, que passa por trabalhos de recuperação ao longo de seu percurso. A ligação terrestre entre as duas capitais do Norte integra as pautas prioritárias acompanhadas pela Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), para conferir trafegabilidade que trará efeitos positivos aos custos de transporte do abastecimento regional.
Integrou a equipe da entidade o 1º vice-presidente da FIERO, Paulo Jair Kreuz, o vice-presidente de meio ambiente e sustentabilidade, Ivandro Justo Behenck, e o conselheiro Sebastião Avalone Lira de Freitas. Kreuz detalhou alguns aspectos da viagem. “Estamos em Manaus depois de percorrer mais de 800 quilômetros da BR-319 para identificar os gargalos no contexto dessa via. Uma surpresa muito grata foi constatar que a estrada, apesar das obras de recuperação, está transitável. Fazer o trajeto permitiu mostrar a dimensão real dessa infraestrutura, que possibilita o tráfego dos ribeirinhos e estradeiros, e expandirá o potencial do mercado consumidor e das saídas para a exportação”, afirmou.
Segundo Kreuz, o acompanhamento em campo permitiu constatar os avanços estruturais na via, sem gerar avanços sobre a floresta amazônica, desfazendo impressões equivocadas sobre o acesso terrestre entre Rondônia e Amazonas. “A rodovia apresenta condições operacionais superiores às estimativas iniciais, revelando que a manutenção contínua garantirá passagem ao longo de todo o ano e abre espaço para novos fluxos econômicos”, disse.
A presença dos dirigentes da FIERO e dos demais representantes do setor produtivo rondoniense serviu para acompanhar de perto as intervenções na pista, presenciar as atuais condições de trafegabilidade e avaliar as demandas logísticas que impactam diretamente o escoamento de mercadorias neste corredor amazônico. A verificação direta possibilita mensurar o ritmo das obras e entender a dinâmica de circulação ao longo de todo o trecho.
A recuperação do acesso terrestre contempla o transporte de cargas e beneficia os moradores das comunidades locais, famílias brasileiras e motoristas que transitam pela rodovia que ganham alternativas para alcançar centros urbanos, obter serviços essenciais e movimentar a economia local a partir do trânsito contínuo de pessoas e produtos e sobretudo consolida o direito constitucional de ir e vir do cidadão amazônida.
Andrea Machado Minuto – Imprensa/FIERO














