O pedido, enviado ao STF no início de outubro, refere-se aos inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência

As diligências incluem também informações sobre outras pessoas citadas nos inquéritos, como o empresário Fernando Bittar e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula.
Os pedidos estão sob sigilo e aguardam análise e decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
As investigações contra Lulinha
O filho do presidente da República entrou na mira da Polícia Federal em julho deste ano. O primeiro inquérito apura suspeitas de corrupção e tráfico de influência em negociações relacionadas à comercialização de medicamentos à base de cannabis medicinal.
Os investigadores apuram se Lulinha teria mantido uma sociedade com o Careca do INSS, apontado como um dos principais operadores das fraudes no INSS reveladas pelo Metrópoles.
O segundo inquérito investiga uma eventual prática de tráfico de influência para beneficiar empresários em contratos da Dataprev.
