MONTAGEM
CONJECTURAS
É praticamente improvável a afirmação de que a composição política agora de determinado partido ou federação, seja realmente o que vai acontecer no pleito de 2026.
HIPÓTESES
Na imprensa o que se vê são inúmeras especulações, algumas até razoáveis e outras para alimentar desejos pessoais de quem corre risco de ficar até para trás.
INCERTEZAS
Não tem como definir nada nesse momento, justamente por conta dos ajustes, e surpresas, que ainda podem vir.
POLÍCIA FEDERAL
Qualquer eventual escândalo político – ou operação policial – podem “detonar” candidatos ou candidaturas, aparentemente sólidas.
BURBURINHO
A sensação do momento é a “chapa imbatível” divulgada por alguns sites e analistas políticos tendo o Partido Liberal como protagonista.
FORÇA
O protagonismo do PL na eleição é algo indiscutível, o problema é que em Rondônia, alguns candidatos da direita tem se mostrado acima da sigla. Um erro que pode custar caro quando se trata de eleição.
COMPOSIÇÃO
O burburinho de bastidor tem a ida do deputado federal Fernando Máximo para o PL – o que é completamente viável – sendo opção ao Senado Federal, ao lado de Marcos Rogério na cabeça de chapa.
COMPOSIÇÃO 2
A outra opção para o senado seria a deputada Silvia Cristina, sendo que a vaga de vice ficaria para Juliane Fúria, mulher do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria.
COMPOSIÇÃO 3
Esse desenho mostrado acima, teria tido até comemoração em restaurante badalado. O problema é que nada disso foi combinado com Silvia Cristina e Adailton Fúria.
TROCA
Importante lembrar que o deputado Fernando Máximo ainda está no União Brasil mas, claro, pode se filiar ao PL
Em uma eventual troca de partido.
QUASE FILIOU
Cabe destacar que na eleição do ano passado, o União Brasil “queimou” Fernando Máximo e o deixou isolado ao não permitir que ele fosse o candidato da sigla a prefeito. Mesmo com pesquisas dando ele como um forte candidato.
TROCO
Como quem apanha não esquece, duvido que Máximo tenha alguma benevolência com a legenda, caso seja recebido de braços abertos pelo PL e com possibilidade de já chegar como estrela.
PROTAGONISMO
Mas se Marcos Rogério e Fernando Máximo estão com grandes pretensões políticas, cabe dizer que o prefeito de Cacoal também é astuto e articulador.
“CAVALO”
Tem um ditado que diz que “cavalo encilhado” não passa duas vezes pelo mesmo local, e no caso em questão, o cavalo está na porta do prefeito Fúria (PSD).
MOMENTO
Dono de uma popularidade significativa, Fúria sabe que vive um momento onde ele é quem pode dar as cartas. Seu nome para governo, nesse momento, é mais expressivo que o nome de Marcos Rogério, que já ficou para trás em 2022.
CENÁRIO
Adailton Fúria vive uma situação parecida com a do ex-governador Daniel Pereira em 2018. Pereira tinha enormes chances de se eleger, mas abriu mão da candidatura por lealdade ao senador Acir Gurgacz, que queria ser candidato.
NATI MORTA
Toda a classe política de Rondônia sabia que a candidatura de Acir, naquele momento, tinha nascido morta. Ele estava inelegível e mesmo assim insistiu na candidatura, frustrando as pretensões de Daniel Pereira.
LÍDER
Adailton Fúria me disse que não vai cometer o mesmo erro. Ele sabe que seu momento político é muito bom e que grandes nomes da política desejam compor com ele.
NOMES
Sobre sua candidatura ao governo, Fúria já teria alinhamentos importantes com políticos da capital e do interior. O prefeito sendo candidato ao governo, teria então a esposa Juliane como candidata a deputada federal.
NOMES 2
O articulador de Fúria no processo eleitoral é o ex-senador Expedido Junior, um político com trânsito livre em todos os segmentos, até mesmo na esquerda de Rondônia.
NOMES 3
Como candidatos ao Senado Federal, em uma chapa com Fúria na majoritária, o PSD tem as opções de Silvia Cristina, que já conversou com o prefeito de Cacoal sobre o assunto, e também Hildon Chaves, ex-prefeito de Porto velho.
NOMES 4
Em outra composição, Fúria poderia ter Silvia Cristina e Mariana Carvalho como candidatas a senadora e Maurício Carvalho como candidato a vice-governador. O assunto já teria sido discutido entre os interessados.
NEBULOSO
As possiblidades de candidaturas citadas na coluna de hoje, são alguns exemplos do que poderia acontecer até o ano que vem, lembrando ainda que outros nomes também sonham com o CPA e o Congresso Nacional.
FAMÍLIA
E falando em PSD, veja só que interessante. O prefeito eleito de Orós (CE), Simão Pedro (PSD), foi eleito tendo sua mãe como vice na chapa eleita. Tereza Cristina Pequeno (PSB) tem 73 anos e já foi prefeita da cidade nos anos 1990.
FAMÍLIA 2
No contexto eleitoral brasileiro, a formação de chapas por parentes de primeiro grau, como mãe, filho, irmãos é regulada pelo artigo 14 da Constituição Federal.
FAMÍLIA 3
O advogado Luiz Felipe Andrade, afirma que é possível que uma chapa seja composta por mãe e filho ou outros parentes de primeiro grau, desde que não haja impedimentos legais específicos.
FAMÍLIA 4
Simão deixou o cargo para tomar posse como deputado estadual do Ceará. Ele foi empossado no cargo pela mesa diretora da Assembleia Legislativa (Alece) em janeiro, deixando a mãe como prefeita.













