Rondônia, 17 de julho de 2024 – 17:59
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17 de julho de 2024 – 17:59

Marcos Rogério fala sobre gestão, desmatamento e privatização da BR-364 em entrevista ao g1 e JRO2

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O candidato ao governo de Rondônia Marcos Rogério (PL) participou na noite desta terça-feira (18) de entrevistas realizadas pelo Jornal de Rondônia 2ª edição e pelo g1 Rondônia. O candidato a reeleição falou sobre temas como ligação com o governo federal, desmatamento e privatização da BR-364.

Candidato Marcos Rogério (PL), que disputa o governo de RO, fala em entrevista ao g1 — Foto: Jônatas Boni/g1

A ordem das entrevistas foi definida em sorteio durante reunião com os assessores dos candidatos. Na segunda-feira (17), Marcos Rocha (União) foi entrevistado nos estúdios da Rede Amazônica em Porto Velho.

O candidato Marcos Rogério começou a entrevista falando sobre a administração do Estado caso o atual presidente, Jair Bolsonaro, não seja reeleito. “Quem assume o governo do estado tem a responsabilidade de governar para os rondonienses. Primeiro que eu não acredito que vai assumir o governo federal um presidente da oposição, eu acredito na reeleição do presidente Bolsonaro e trabalho para isso. Agora como governador do estado de Rondônia, eu vou trabalhar para os problemas do estado e exigir aquilo que é direito do estado de Rondônia do governo federal, com apoio da bancada federal. Chamar a bancada federal para estar próximo do governo e ajudar a enfrentar os problemas do estado”.

Sobre os altos índices de desmatamento no estado, o candidato afirma que a fiscalização já acontece, e propõe reforma agrária como solução para o problema. “Acho que para fiscalizar o que está errado nós já temos forças demais. Nós temos Ibama, nós temos ICMBio, nós temos Sedam, nós temos Polícia Ambiental, que está aí fiscalizando. Quem faz, quem pratica o crime recebe multas e multas pesadíssimas. Os órgãos fiscalizadores, a política de controle do estado, ela é muito forte. Agora, o maior programa de controle e de preservação ambiental é regularização fundiária. Quando você coloca a terra no nome de quem está em cima dela, no CPF de quem está em cima, você tem um programa efetivo de controle do desmatamento. O maior incentivo ao desmatamento é a ausência de regularização”.

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