Rondônia, 24 de julho de 2024 – 01:14
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24 de julho de 2024 – 01:14

O DIA 14 DE JUNHO NA HISTÓRIA – NA VILA, O PRESO NA CORRENTE –

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14.6.2024 – BOM DIA!

Lúcio Albuquerque
69 99910 8325

RONDÔNIA
1920 – Com polícia “embalada” nas ruas, advertências da direção da EFMM e ameaças de violência, Porto Velho elege um dos candidatos a intendente (vereador) devido à renúncia do titular.
1925 – O casal Antônio Moreira de Andrade e Maria Alves de Andrade, pedem “óbolos” para ajudar a construir uma capela dedicada a São Francisco de Assis, na Rua Campos Sales.
1990 – “Para que Extrema seja mantida como parte de Rondônia, só falta o governo federal cumprir o que diz a Constituição”, diz o governador (RO) Jerônimo Santana.
1981 – Está nas mãos da Justiça a proposta de acordo feita pelo Incra para resolver o problema das 140 famílias que se instalaram numa área do pecuarista Antonio Leite de Oliveira.
1984 – Diretores de escolas de Rondônia encerram seminário cobrando aos pais, que tenham mais responsabilidades na educação de seus filhos, para evitar problemas futuros.
1987 – Supermercados das maiores cidades do Estado retomaram a remarcação dos preços dos produtos, elevando muito o custo de vida da população.

HOJE É
Dia Universal de Deus. Dia Mundial do Doador de Sangue. Dia do Solista.
Católicos celebram São Eliseu profeta, Beata Nhá Chica,

BRASIL
1822 – É assinado na Bahia o 1º documento a manifestar oficialmente o desejo de independência do Brasil. 1909 – Morre Afonso Pena (+ 1847), 5º presidente do Brasil (1906 a 1909) assinou o contrato para construção da EFMM.

MUNDO
1966 — Vaticano abole o Index Librorum Prohibitorum (“Índice de Livros Proibidos”), instituído em 1557. 1985 — A Comunidade Económica Europeia assina o Acordo de Schengen que estabelece uma zona de livre circulação sem controlos fronteiriços.

 

FOTO DO DIA

NA VILA, O PRESO NA CORRENTE

O camarada apronta, vai preso e o delegado manda que ele leve um bilhete ao policial na delegacia. O aprontão vai e é levado ao xadrez. Em Porto Velho o delegado Feitosa, agia assim.
Em Guajará-Mirim, onde o capitão Alípio prendia e dizia ao malfeitor: “Meu camaradinha, vá na frente. Eu o sigo”, e o cara ia para a delegacia.
Em Vila Rondônia, década de 1960, punido pelo governador o tenente Brasil assumiu a delegacia. Ele não tinha policial, nem local para guardar preso resolvendo o problema de modo que, nos dias de hoje, nem pensar…
Como narram o jornalista Roberto Gutrierrez (https://folhaderondonianews.com) e o escritor Abel Neves (“A Caminho de Ji-Paraná). Na Vila o tenente consegue apoio de Abel Neves, o 1º administrador da localidade que desde 1977 é Ji-Paraná.
Sem cadeia, o preso era amarrado a uma corrente “chumbada” numa árvore, próximo à (hoje) agência do Banco Itau. Ali o “aprontão” ficava acorrentado, até que o Tenente Brasil decidia seu destino.
Foto Ji-Paraná década de 1970 – acervo https://portaljipa.com.br

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