Rondônia, 21 de julho de 2024 – 10:09
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21 de julho de 2024 – 10:09

O DIA 25 DE JUNHO NA HISTÓRIA – “GRINGOS” DESISTEM DA EFMM

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25.6.2024 – BOM DIA!

Lúcio Albuquerque
69 99910 8325

RONDÔNIA
1922 – A Loja Maçônica “União e Perseverança” (PVh) comemorou o 1º centenário do Grande Oriente e Supremo Conselho da Ordem Maçônica do Brazil.
1931 – A Madeira-Mamoré Railway requer à Vara da Justiça Federal (RJ) que o Governo brasileiro assuma a direção da EFMM. (Ver em FOTO DO DIA)
1942 – A Madeira-Mamoré realiza concorrência pública para compra de gêneros a serem entregues aos funcionários em todas as estações da EFMM.
1950 – A Câmara Federal aprova projeto, de autoria do deputado Aluízio Ferreira, pelo qual a EFMM passa a compor a estrutura do Ministério da Viação e Obas Públicas.
1982 – Participando de evento na Associação Comercial do Amazonas, o governador Jorge Teixeira (RO) promete “implodir” o PMDB na eleição de outubro.
1987 – Por 16 votos a 1 a Câmara Municipal aprova abertura de comissão de inquérito contra o prefeito Tomás Correia, acusado de irregularidades administrativas.
1987 – O administrador da EFMM Dionízio Schockness denuncia a situação de abandono das composições abandonadas no pátio da ferrovia em Porto Velho.

HOJE É
Dia Nacional do Imigrante, Dia do Marinheiro, Dia Mundial do Vitiligo, Dia do Cotonete.
Católicos celebram São Guilherme Abade, São Próspero de Aquitânia,

BRASIL
1822 — A Câmara Municipal de Cachoeira se rebela contra o governo português e declara lealdade ao príncipe regente Dom Pedro. 1988 — Fundação do Partido da Social Democracia Brasileira, PSDB.

MUNDO
1947 — Publicado o Diário de uma Jovem (mais conhecido como o Diário de Anne Frank).
1903 — Nasce o escritor George Orwell (+ 1950). Autor de “A revolução dos bichos” e “1984”, clássicos contra o totalitarismo. 2009 – Morre Michael Jackson (n. 1958), cantor, dançarino, o Rei do Pop.

 

FOTO DO DIA

“GRINGOS” DESISTEM DA EFMM

Dezenove anos depois de inaugurada, a ferrovia Madeira-Mamoré vivia fase muito difícil, quando a administração não nacional formalizou sua saída via judicial, e o trem ficou uma semana sem circular.
O governo federal assumiu e nomeou o único nome disponível na região para ser o diretor: o capitão Auízio Ferreira, nomeado o 1º administrador brasileiro da Madeira-Mamoré, e que passou a ser chamado aqui de “nacionalizador”.
Num seminário, em 1981, em Porto Velho, sobre a reativação da EFMM, o historiador Manoel Rodrigues Ferreira, autor de “Ferrovia do Diabo”, negou que Aluízio tenha “nacionalizado” algo.
“Nacionalizar é tornar nacional, e a ferrovia era, de direito, nacional”. Os gringos eram só concessionários.
Com ou sem título, Aluízio Ferreira afirmou ali sua liderança na região, tornando-se o político que mais serviços prestou a Rondônia.
Foto: Getúlio Vargas (11/10/1940) cumprimenta o padre-diretor do colégio D. Bosco, ao lado o capitão Aluízio Ferreira
Amanhã: O DRIBLE DE ALUIZIO NOS GRINGOS

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