POESIA: TIRADENTES – MÁRTIR DA LIBERDADE

TIRADENTES: MÁRTIR DA LIBERDADE

Imagem: Inteligência Artificial

No coração de Minas Gerais,
Ecoa um nome na história:
Joaquim José da Silva Xavier,
Símbolo vivo de luta e glória.

Homem simples, de ofício honesto,
Dentista por vocação,
Mas carregava no peito inquieto
Um sonho de libertação.

Via seu povo sofrendo imposto,
Riqueza indo além-mar,
E em seu olhar firme e disposto
Começou a se rebelar.

Na Inconfidência Mineira entrou,
Com coragem e ideal,
Queria ver livre o Brasil
Do domínio colonial.

Falava alto, sem ter medo,
Espalhando a conspiração,
Mas o segredo virou enredo
De traição e prisão.

Foi julgado com mão pesada,
Sem clemência ou perdão,
A sentença já decretada:
Exemplo à população.

No dia triste e marcante,
Vinte e um de abril chegou,
E o mártir, firme e confiante,
Seu destino enfrentou.

Morreu, mas não foi em vão,
Sua voz não se calou,
Virou chama na nação
Que o tempo não apagou.

Hoje seu nome é lembrado
Como herói nacional,
Um símbolo consagrado
De coragem sem igual.

E nas páginas do Brasil
Sua história reluz,
Pois quem luta por um ideal
Nunca morre — faz-se luz.

Tribuna Popular registra
Esta justa exaltação,
Guardando em suas páginas
Memória e tradição.

E o poeta Moiseis canta
Com respeito e com ardor,
Obrigado “Tiradentes”,
Símbolo eterno de valor.

Moiseis Oliveira da Paixão

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