Hildon Chaves defende construção imediata de nova infraestrutura no Hospital João Paulo II
Ex-prefeito da capital e pré-candidato ao governo do Estado defende prazo de três anos para erguer estrutura completamente nova de urgência e emergência.
O ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao governo do Estado, Hildon Chaves (Federação União Progressista), defendeu a construção imediata de uma moderna infraestrutura no hospital João Paulo II, de Porto Velho, como forma de atender a população que necessita de atendimento de urgência e emergência na capital.
"Hoje o hospital João Paulo está completamente afogado, temos um quadro médico de excelência, mas as instalações são precárias, o que é absolutamente lamentável, todas as especialidades médicas estão lá, temos um corpo de profissionais médicos e de saúde que é simplesmente extraordinário, o que não podemos mais é aceitar essa situação, a pior coisa na administração pública é jogar dinheiro fora, isso tem que ser resolvido imediatamente", afirmou.
Para Hildon Chaves, a construção de um novo hospital representa uma prioridade. "E assim como aconteceu com a nova rodoviária de Porto Velho, que por muitos era tratada como uma obra irrealizável, em que construímos do zero e entregamos em 1 ano e 8 meses, também é plenamente realizável fazer isso no João Paulo", ressaltou Hildon, citando a obra executada durante sua gestão na capital. "Tenho certeza de que, no caso do hospital de urgência e emergência, o prazo de três anos será suficiente para nós construirmos uma estrutura completamente nova, adequada e necessária para a nossa população", garantiu.
"Havia uma grande expectativa relacionada às obras de modernização do hospital João Paulo II, mas houve um problema básico no modelo, que foi muito mal aplicado pela equipe de governo, e sobre o qual nós repetidas vezes alertamos o governador", disse Hildon. "O empresário que assumiu aquele contrato havia sido preso quatro vezes, em dois minutos de conversa teria a certeza que estava diante de um golpista e picareta", denunciou.
"Se hoje o presidente da República estiver nos visitando na capital e sofrer um mal súbito, não temos nenhuma outra estrutura que seja mais adequada do que o João Paulo II, seja na rede pública ou particular para prestar esse atendimento, e isso dá a dimensão do que temos pela frente", disse Hildon, que acompanha a questão há mais de duas décadas, quando atuava como promotor de Justiça de Porto Velho.
Hildon Chaves foi o prefeito de Porto Velho nos dois últimos mandatos, tendo sido o primeiro prefeito da capital a ocupar a Presidência da AROM (Associação Rondoniense de Municípios), ao qual renunciou há poucos dias para se candidatar ao Governo do Estado. "Nestes oito anos, cumprimos integralmente o nosso mandato à frente da Prefeitura e demonstramos toda a nossa capacidade e experiência à frente da gestão pública", destacou Hildon. "Temos um profundo sentimento de dever cumprido", declarou.
Hildon de Lima Chaves nasceu no Recife, em 24 de maio de 1968, onde passou a infância e o início da adolescência. No final dos anos 1980, sua família se mudou para Curitiba, onde Hildon concluiu o ensino médio e se graduou em Direito pela PUC-PR.












