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Rondônia não vacinará contra febre aftosa, mas declaração dos rebanhos é obrigatória

A declaração dos rebanhos, incluindo bovinos, búfalos, ovelhas, cabras e suínos continua obrigatória. “A declaração dos rebanhos é fator preponderante para que tenhamos segurança nessa nova fase, sem vacinação”, avalia o presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron), Júlio Cesar Rocha Peres.

Na última semana, o Ministério da Agricultura (Mapa) publicou nota técnica, destacando mais uma vez os avanços do plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PE-PNEFA) que, em dois anos, apresentou evoluções substanciais, tanto em Rondônia quanto nos demais estados que compõem o Bloco I (Acre e parte do Amazonas e do Mato Grosso).

Isso é possível porque, de acordo com o Mapa, após a reunião realizada no último dia 19/03, foi verificado que todos estados que compõem o Bloco I estão com nível satisfatório de cumprimento das ações previstas no PNEFA, inclusive com a instalação dos 8 postos fixos para controle do trânsito de animais na futura zona.

Na nota, o Mapa registra que, em Rondônia, as ações necessárias para evolução com segurança para a condição de zona de livre de febre aftosa sem vacinação estão sendo executadas em conformidade e atendendo o cronograma. Ou seja, a parceria dos produtores com a Idaron obteve bons resultados no plano de erradicação e prevenção da febre aftosa. “Fizemos um trabalho sério e, com a ajuda dos produtores, em 20 anos de campanha de vacinação, alcançamos um status desejado por todos os mercados consumidores de carne bovina. Muitos estados ainda precisarão vacinar contra a aftosa, mas Rondônia não, precisaremos apenas declarar os rebanhos”, destacou Júlio Cesar Rocha Peres.

Com essas informações em mãos, no mês de maio o produtor poderá acesse o site da IDARON e fazer sua declaração online. E, se ainda não possuir uma senha de acesso, o produtor deve se cadastrar no site o quanto antes e obter sua senha.

(Fonte: Idaron).

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