Sob o comando de Alcolumbre, Senado repetirá velhas práticas e testará a relação com o governo

Senador Davi Alcolumbre é o favorito para presidir o Senado em 2025 e 2026

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

No dia 1º de fevereiro, próximo sábado, os senadores escolherão o novo presidente da Casa. Se não houver surpresas, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) será eleito e irá reassumir a Presidência do Senado e do Congresso Nacional para um mandato de dois anos, após quatro sob o comando de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que é seu aliado. Antes desse período, Alcolumbre já havia sido presidente da Casa entre 2019 e 2021.

Alcolumbre reúne o apoio declarado de oito bancadas partidárias – PSD (15 senadores), MDB (11), PT (9), PL (14), PP (6), PDT (3), PSB (5) e União Brasil (7) –, somando 69 dos 81 senadores. Embora a votação seja secreta e possa haver eventuais dissidências, especialistas estimam que pelo menos 45 votos sejam totalmente garantidos, quatro além do mínimo para vencer.

Em 2021, Pacheco venceu Simone Tebet (MDB-MS) por 57 a 21, e, em 2023, ele derrotou Rogério Marinho (PL-RN) por 49 a 32, período em que a oposição quis marcar posição contra o governo Lula em seu primeiro biênio. Agora, o terreno é mais favorável ao candidato do União, dada a ampla articulação de governo e oposição em torno de Alcolumbre.

(Gazeta do Povo)

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