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Rondônia

Absolar afirma que Imposto sobre painéis solares é “retrocesso”

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A retomada do imposto de importação de painéis fotovoltaicos é um “retrocesso”, beneficia uma minoria de fabricantes, e afeta 85% dos projetos em andamentos, afirmou nesta quinta-feira (4/1) a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

O fim das isenções de imposto de importação foi anunciado em dezembro e começou a valer na segunda-feira (1/1). Os importadores de módulos fotovoltaicos montados passaram a pagar 10,8% de taxa, com um período de transição até 2027.

De acordo com a Absolar, a decisão afeta mais de 85% dos projetos mapeados anteriormente pela entidade, totalizando 18 GW de capacidade, R$ 69 bilhões de investimentos e 540 mil novos empregos. (Fonte: EPBR)

 

‘Estratégia errada’

A associação afirmou que a cobrança “prejudica os consumidores brasileiros e a grande maioria do setor solar, beneficiando apenas um pequeno grupo de fabricantes nacionais já instalados no Brasil e que hoje produzem menos de 5% do que o mercado precisa, com preços que chegam a ser 50% mais caros do que o de produtos internacionais”.

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