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Cacoal tem manifestação “pró economia”

Manifestação 2

Contrariando todas as orientações de inúmeras autoridades em saúde, cacoalenses se reuniram na manhã deste sábado (28) para uma carreata pelas ruas e avenidas dos município pedindo que o “Brasil volte a funcionar já”.


A manifestação, um movimento de “empresários comerciantes, motoristas de aplicativos e profissionais liberais”, teve início em frente à Havan. Apesar das inúmeras manifestações em prol da volta às atividades terem muito mais forças no âmbito das redes sociais, poucos foram às ruas, não respeitando as recomendações da ciência, a fim de evitar a propagação do novo coronavírus (covid-19).

A manifestação acontece logo após o Governo de Rondônia anunciar uma flexibilização do decreto de Calamidade Pública, permitindo que mais empresas e comércios funcionem mas, claro, respeitando uma série de orientações.

Importância do Isolamento social

Organização Mundial da Saúde destacou que a “última coisa que um país precisa é abrir escolas e empresas e ser forçado a fechá-las novamente por causa de um ressurgimento do surto”, disse o chefe da OMS, ressaltando ainda que: “Interromper o movimento da população faz ganhar tempo e reduzir a pressão nos sistemas de saúde”, destacou Tedros Adhanom.

Já o Conselho dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass) divulgou na sexta-feira (27), uma carta na qual afirma que “pronunciamentos e orientações conflitantes das autoridades sobre medidas restritivas adotadas no enfrentamento do coronavírus geram intranquilidade e insegurança”.

O texto destaca que cada dia de isolamento social importa assim como cada vida brasileira importa. “Defendemos irrestritamente as medidas sanitárias adotadas pelas unidades federativas do país, pois não se pautam por cores partidárias ou de qualquer outra natureza, e sim por critérios técnicos e científicos observados ao redor do planeta”.

Segundo a nota, quanto mais alto for o pico da doença no Brasil, mais alto será o número de pacientes graves a demandar atendimento médico ao mesmo tempo, e, se a capacidade de leitos for insuficiente, o número de óbitos aumentará.

(Da Redação – Jornal Tribuna Popular).

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