A CRUZ VAZIA

No monte brilhou a esperança,
Revelando Seu amor;
Cristo tomou meu pecado,
Como eterno Redentor;
A graça venceu a culpa,
Na presença do Senhor.
O céu silenciou naquele dia,
Ao contemplar a cruz;
A terra tremeu em respeito,
Diante de Jesus;
A morte perdeu seu domínio,
Quando venceu a luz.
Parecia findar a história,
Naquele triste fim;
Mas Deus guardava a vitória,
Preparando um jardim;
A esperança renasceria,
Também dentro de mim.
O túmulo foi fechado,
Sem qualquer vitória;
O inimigo imaginava,
Encerrar aquela história;
Mas Deus mudou para sempre,
O rumo da nossa memória.
Ao romper da nova aurora,
Surgiu intensa claridade;
A pedra foi removida,
Por divina majestade;
Cristo venceu para sempre,
Com eterna autoridade.
O túmulo ficou vazio,
Anunciando o viver;
Cristo venceu a morte,
Para jamais morrer;
Quem deposita n’Ele a fé,
Também irá vencer.
Seu sangue continua vivo,
Derramando perdão;
Sua graça transforma vidas,
Em plena redenção;
Quem recebe Sua Palavra,
Encontra salvação.
Nenhuma força neste mundo,
Pode apagar a verdade;
Cristo reina para sempre,
Com toda majestade;
Seu Reino permanece firme,
Por toda a eternidade.
Hoje caminho confiante,
Seguindo Seu caminho;
Cristo nunca me abandona,
Guarda-me com carinho;
Sei que um dia estarei,
No eterno ninho.
Toda honra seja dada,
Ao Cordeiro vencedor;
Seu Nome será exaltado,
Com infinito louvor;
A cruz jamais ficará vazia,
Do nosso eterno amor.
Moiseis Oliveira da Paixão














