POESIA: O PIX É DO BRASILEIRO

O PIX É DO BRASILEIRO

No tempo da fila grande,
Do boleto e da demora,
Surgiu o Pix no Brasil,
Pra pagar na mesma hora;
Dinheiro corre ligeiro,
Não espera mais aurora.

Foi no tempo do Bolsonaro
Esta grande invenção,
Pra mandar dinheiro rápido,
Com segurança na mão;
Cai na conta em segundos,
Sem tanta complicação.

Não foi obra de um só homem,
Nem de uma só gestão,
Veio de estudo e trabalho,
Com técnica e direção;
Mas lançado foi no tempo
De Bolsonaro na nação.

Tem Pix de compra na feira,
Tem Pix no supermercado,
Tem Pix pagando a conta,
Tem Pix de todo lado;
No celular brasileiro,
Virou costume sagrado.

Antes era TED, era DOC,
Com horário pra fazer;
Hoje basta abrir o banco,
Conferir e responder;
Digitou a chave certinha,
O dinheiro vai correr.

O comerciante sorri,
O cliente agradeceu;
Quem vendia só no troco,
Com o Pix também cresceu;
Até quem vendia fiado
Nova esperança recebeu.

Mas use com atenção,
Não vá cair em cilada;
Confira nome e valor
Antes da conta enviada;
Pix é bom, mas exige
Cabeça bem acordada.

Ficou na vida do povo,
Da cidade ao interior,
No trabalho, na igreja,
No comércio e no labor;
O Pix virou ferramenta
De rapidez e valor.

E assim segue o Brasil,
Na palma da nossa mão,
Com dinheiro indo e vindo
Em veloz transação;
Criado pelo Banco Central,
Lançado em outra gestão.

Até a vida deste poeta
Mudou com a invenção;
Para vender os seus livros,
Nunca teve queixa, não;
Recebe o dinheiro na hora,
Sem taxa de administração.

Moiseis Oliveira da Paixão

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