Cacoal/RO, 24 de junho de 2024 – 01:30
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24 de junho de 2024 – 01:30

Teremos aulas presenciais em 2022?

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Teremos aulas presenciais em 2022?
A julgar pelo andar da carruagem, afora que a situação seja enfrentada de outra maneira, aulas presenciais, suspensas desde março, pelo menos no sistema público, só voltam mesmo, como diz o caboclo, “quando chover para cima”.
E enquanto não voltam, sacrifica-se, talvez até pela falta de planejamento ou de coragem de promover os meios necessários para reduzir ao mínimo a possibilidade de transmissão interescolares, temos uma enorme crise que se acumula dentro das casas onde crianças, em grande parte menores de idade, estão confinadas e seus pais não sabem mais o que fazer para superar o problema que depois de seis meses já deveria ter tido uma solução diferente do trivial desde março: fiquem em casa e estudem pela internet.
Dos prejudicados, o grupo em pior situação, sem qualquer dúvida, está naquele segmento que vai ter de enfrentar o Enem em janeiro, sem nem saberem se, mesmo conseguindo uma nota muito boa no teste, poderão se matricular numa faculdade porque, afora que haja modificação, e o instituto responsável pela aplicação das provas parece nem estar preocupado com isso, mesmo se saindo bem, os estudantes não poderão apresentar o respectivo certificado de conclusão do Ensino Médio.
Com a maioria dos municípios rondoniense na “faixa azul”, fica uma pergunta: se há queda no surgimento de novos casos, por que não se começa a voltar à sala de aula. Afinal em outros países também tiveram a crise e já retornaram. Aqui, nem pensar!
PARECE PIADA
A Justiça eleitoral tem dinheiro. Os partidos têm dinheiro. Há dinheiro para os partidos gastarem na eleição. Mas para pagar cidadãos para atuarem como mesários, aí não tem, e vem essa campanha – paga com dinheiro público e, certamente, até a seus atores, chamando para “mesários voluntários”. A lei diz que ninguém deve trabalhar de graça, mas, ainda que dispondo de dinheiro os atores financeiros, preferem convocar para a graciosidade.
CARDÁPIO
Pelo que andei vendo por aí cada refeição vai custar algo em torno de 40 reais. Pelo que é cobrado no mercado não é alto nem está abaixo de uma refeição média. Mas será importante que haja fiscalização em itens como a qualidade da refeição, a higiene de onde está sendo feita e horário de entrega. Sendo dinheiro público é interessante que haja fiscalização.
AINDA SOBRE…
Mesários voluntários, a Justiça eleitoral deve observar quem está se candidatando. Apesar da Justiça eleitoral garantir (o que muita gente não acredita) não haver como violar o equipamento de votação, de qualquer forma “O preço da liberdade é a eterna vigilância.”

CANDIDATOS
Começou a campanha eleitoral. Encerrada cada convenção, o discurso praticamente é o mesmo. Todos conhecem os problemas de Porto Velho, referem-se à cidade como se distritos e zonas ribeirinhas não existissem, garantindo, cada um, ter a fórmula mágica para resolver os problemas que eles dizem conhecer. Discursos velhos.
ALIÁS…
O eleitor deveria atentar para um provérbio, “Dize-me com quem andas que te direi quem és”. Ou o mesmo, satirizado, “Dize-me com quem andas que te direi se vou contigo”.
HISTÓRIAS DO LÚCIO
O CONCURSO NOTA DEZ!
Logo após a reinstalação da Câmara portovelhense (fechada desde a década de 1930), a legislatura que tomou posse em 1970 realizou um concurso para cargos diversos, mas logo apareceram denúncias e um dia o vereador Dionísio – Velho Dió – Xavier, secretário da Câmara, recebeu visita de dois cidadãos que se apresentaram: “SNI” – Serviço Nacional de Investigações e, como de praxe, e foram atendidos, pediram livros, edital, atas etc. atendidos, levaram para o hotel os pacotes e dois dias depois voltaram dizendo que estava tudo certo. Nada de errado no primeiro concurso da Câmara.
EM TEMPO
Falar em concurso: quando será que a presidência da Assembleia vai chamar e dar posse aos aprovados no concurso da Casa de Leis?

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