Por Fernando Garcia

Secretário de Governo
Depois da exoneração do Secretário de Governo, Edson Bavaresco, há quase um mês, o prefeito de Rolim de Moura, Aldo Júlio, nomeou o professor Benedito Leite e o popular professor Benê. Com bastante experiência na vida pública, professor Benê, goza de boa reputação no município de Rolim de Moura, conquistada ao longo de seus quarenta anos de residência fixa na capital da Zona da Mata, sendo um dos professores pioneiros como professor de educação física, hoje, conhecida como Educador Físico. A nomeação do professor Benê, sem dúvida foi acertadíssima pelo alcaide, uma vez que o novo Secretário de Governo, tem um bom trânsito com os membros da Câmara de Vereadores, o que facilitará bastante o diálogo com o chefe do poder executivo, sanando algumas picuinhas para o bom andamento entre os dois poderes. Apesar de o prefeito Aldo Júlio, não ter indicado seu líder na Casa de leis, desde que assumiu o palácio senador Olavo Pires, provavelmente o novo ocupante da pasta, deverá fazer essa interligação, aproximando o legislativo e o executivo, para um convívio mais harmônico de agora em diante.
Secretário meio ambiente
Outra nomeação feita pelo prefeito Aldo Júlio, foi do também professor Carlos Alberto, que tem formação em Administração de Empresa e, reside em Rolim de Moura, há mais de trinta anos, tendo bastante experiência na vida pública, onde ocupou diferentes funções no município como secretário municipal. Conhecido como professor Carlinhos, tem a missão de comandar a secretaria de Meio Ambiente e, terá que se virar nos trinta, pois até poucos dias atrás a secretaria não gozava de recursos para alavancar as necessidades da pasta. O que se sabe da secretaria do Meio Ambiente, que na gestão anterior tudo tinha que ser resolvido através do 0800, o que não pode permanecer nesse estado de penúria até o fim do mandato do mandatário maior do palácio senador Olavo Pires. Portanto, é preciso que a secretaria tenha uma dotação orçamentária, para que o novo secretário, professor Carlinhos, possa gerir os destinos da secretaria com eficiência, pois as cobranças sempre existirão. Nesta questão, o próprio professor Carlinhos, poderá ajudar e muito à administração municipal em diversas áreas, pois é conhecedor nato em administração pública, onde já foi secretário municipal de Saúde, Educação e Auditor, bem como Controlador Interno da Câmara de Vereadores de Rolim de Moura.
Passou
O tempo passa, a cerca de uns 25 anos atrás o forte da região da Zona da Mata, era a diversificação de produção agrícola, como o feijão, tomate, café, arroz e milho. A produção de feijão e tomate era em grande escala oriunda de Alto Alegre do Parecis e Alta Floresta, sendo que o tomate já tinha destino certo era para a cidade de Manaus e, o feijão, além de abastecer o mercado interno de Rondônia, era notório a presença de compradores de diversas localidades do Brasil. O então deputado federal Expedito Júnior, nessa época, tinha um papel importante de carrear os recursos para compra de maquinários (Trilhadeiras), para atender dezenas de associações de linhas vicinais de um lado e do outro, de todas as cidades da região da Zona da Mata e de outras regiões do Estado. Tempo bom, tempo de fartura, onde pequenos parceleiros recebiam a visita de deputados e senadores em suas próprias glebas, sendo contemplados com as trihadeiras para despolparem produtos como milho, arroz e feijão, que eram entregues aos presidentes das associações com a presença de centenas de produtores.
Polícia Militar
A pista de caminhada da Cidade Alta, precisa com urgência que a Polícia Militar, faça uma visitinha no local período geralmente das 17 horas, onde um homem faz caminhada com seu cachorro de raça, sem nenhuma focinheira, pondo em risco constante as dezenas de pessoas que utilizam a pista, inclusive crianças. Essa pessoa precisa ser advertida e convidada a retirar-se do local, pois ali não é local de fazer caminhada com animal de espécie nenhuma, principalmente daquele porte, causando medo em todos que buscam exercitar o corpo no período da tarde.
Enfraquecida
Rolim de Moura, que já ostentou em dose dupla, capital da Zona da Mata e capital da política rondoniense, com dois deputados federais, dois senadores da República, um deputado estadual, vice-governador e governador, hoje, o município não possui um único representante em quaisquer uma das esferas, sobrando apenas o próprio prefeito e nove vereadores em forma de mendicância no palácio Rio Madeira, Assembleia Legislativa, Câmara e Senado Federal. Tivemos tudo para ser uma grande e pujante cidade, com doze anos de mandatos de governador, que não melhorou em nada diante das rixas políticas, que terminou recaindo em cima da população, onde temos zero de saneamento básico, apesar de ter sido liberado muitos milhões. Quanto a pavimentação asfáltica, Rolim de Moura possui mais de setecentos quilômetros de ruas e avenidas, todavia, não passa de trezentos asfaltados, inclusive de péssima qualidade, seno que agora está recebendo uma boa cobertura melhorando sensivelmente o aspecto da cidade. As promessas políticas da época, eram de cem quilômetros anualmente, mas ficou apenas na ponta dos discursos, o que certamente ocasionou um déficit muito grande.
Falta ações em Rolim de Moura
Sem nenhum representante estadual há várias eleições, Rolim de Moura, perdeu sua hegemonia e força política passando a padecer e sem muitas expectativas de ressurgir com força total no cenário político. Para se ter uma ideia da situação, basta observar as cidades que foram contempladas com as benesses do governo estadual, em se tratando de o Programa Prato Fácil, onde todas as cidades contempladas têm um representante no âmbito do seu município, o que não aconteceu em Rolim de Moura e, dessa forma está ficando fora de um excelente programa. Em Pimenta Bueno, Cacoal, Ji-Paraná, Vilhena, Ariquemes, Porto Velho e Guajará Mirim, esse último com três restaurantes. Os vereadores juntamente com o prefeito Aldo Júlio, deveriam se unir e reivindicar esse belíssimo Programa Prato Fácil, onde o custo para as pessoas inscritas no Cadastro Único, desembolsam apenas 2 Reais, por refeições, tanto para almoçar no local como para levar a marmita para casa. Rolim de Moura, tem muita gente passando perrengue alimentar e, quem trabalha como voluntário nos bairros pobres da cidade, conhece perfeitamente o grau de necessidade dessas pessoas. Se conseguirmos um restaurante desse para nossa cidade, que oportunizasse umas trezentas refeições diária, seria de grande relevância, afinal, têm muita gente precisando desse esplêndido programa de alimentação.
Azedou
A estrondosa cobrança no valor do IPTU de Porto Velho, ocasionada pelo prefeito Hildon Chaves, com a complacência da Câmara de Vereadores da capital, gerou uma avalanche de revolta por parte dos moradores de todos os convívios sociais. Foi sem dúvida uma falha clamorosa por parte do executivo e legislativo, que em momento algum fizeram questão de analisar o malversado projeto, empurrado de “goela” abaixo para ser absorvido pela população, que reagiu de forma veemente contra as atitudes dos dois poderes. É notório, que nem à assessoria jurídica do prefeito Hildon Chaves, nem tampouco da Câmara de Vereadores, se atentaram para a relevância do aumento, que além de inescrupuloso faltou decência de ambas as partes, que poderiam fazer uma excelente avaliação, todavia fizeram olhares de quem possui cataratas.
Titubearam
O resultado dessas caneladas do prefeito Hildon Chaves, versos dezenas de vereadores, não poderia ser diferente da convulsão que estão passando diante dos mais de Trezentos Mil Eleitores, que, independentemente da revogação da Lei, sofrerão uma enxovalhada de críticas, principalmente no decorrer da próxima campanha que está logo ali. Tanto o prefeito como a Câmara de Vereadores, escorregaram feio, sem analisar o Projeto de Lei, os vereadores votaram com um tapume sobre as vistas, parecendo mais que estavam num regime feudal, atendendo ordens superior. Não era necessário todo esse desgaste, principalmente o prefeito Hildon Chaves, que vinha caminhando de mãos dadas com a coletividade portovelhense e, sem dúvida visando uma candidatura majoritária, que doravante começa a sofrer arranhões de grande proporção que ficarão marcas indeléveis em uma futura candidatura. Como se diz, o estrago foi feito, o prejuízo foi enorme para ambas as partes e, as redes sociais propagam numa rapidez talvez maior que a velocidade da luz, principalmente quando se trata de malfeitos ou desproporcionalidades.
Arrependimento
Como dizia meu saudoso amigo, Hermenegildo Ferreira Costa, (Miné do Jabuti), na terra de sapo de cócoras com ele, pois então, as atitudes do prefeito Hildon Chaves e da Câmara de Vereadores, foram tomadas de maneira rápida, sem fazer uma prévia consulta entre os próprios técnicos da prefeitura e da Câmara de Vereadores, apenas, deixando nas mãos de uma empresa contratada a que custo ainda não foram divulgados os valores atinentes. É bem verdade, que o poder público não pode recusar receitas, mas, também não pode exacerbar em quantias vultosas fora da realidade, com demonstração apenas de fazer arrecadação excessiva nos ombros dos contribuintes. Quanto a votação do aumento ou correções dos valores dos senhores edis da capital, bem como o aumento de mais dois vereadores na Casa de Leis, a partir de 2025, até que os vereadores passaram incólume, mas esse aumento do IPTU, foi a gota que causou um oceano de problemas para à edilidade e o prefeito portovelhense.














