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Rondônia

Coluna ESPAÇO ABERTO – Polarização política afetou crescimento dos evangélicos no Brasil

4 minutos de leitura

Confira as notas do dia, por Cícero Moura

FOTO/INTERNETFOTO/INTERNET

 

EVANGÉLICOS
Os números do IBGE divulgados recentemente, mostram que o crescimento dos evangélicos no país foi menor do que o projetado.

POLÍTICA
E uma das razões apontadas é a ligação siamesa entre religião e política, que tem sido feita por muitas igrejas e lideranças evangélicas.

MISTURA
Essa mistura de religião e política agrada a um grupo, mas desagrada a um outro tanto de pessoas, que querem ir às igrejas para receber acolhimento espiritual, ao invés de política e políticos no púlpito.

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CONSTATAÇÃO
Neste sentido, o pastor Aluizio Silva, líder da Igreja Videira, tem um posicionamento muito direto: O aumento da política nas igrejas afastou os fiéis.

QUEDA
No ritmo de crescimento que o segmento evangélico atravessou até 2020, as previsões eram de que, em 2032, metade dos brasileiros seriam de denominações evangélicas. Hoje, de cada quatro brasileiros, um se declara evangélico.

FLOPOU
Mas, essa curva ascendente ‘flopou’ e o segmento não manteve o mesmo ritmo, impulsionado especialmente pela entrada do bolsonarismo nas igrejas, o que acabou afastando fiéis.

RONDÔNIA
Proporcionalmente, Rondônia é considerado um dos estados com maior percentual de evangélicos, com cerca de 41% da população se declarando evangélica. A média nacional é de 26,9%.

CONSERVADOR
Estado com maioria dita conservadora e de direita, o percentual de evangélicos mostra o ‘casamento’ das ideologias políticas e religiosas.

ELEIÇÕES
Nas eleições, será que teremos a continuidade dessa dobradinha religião, política e votos em Rondônia?

GENTILI
O apresentador do SBT, Danilo Gentili, ironizou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está usando tornozeleira e outras medidas cautelares, como afastamento das rede sociais, tendo que ficar em casa de noite.

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PGR
Gentili lembrou que, por ter criticado Bolsonaro, quando ele era presidente, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu que a justiça banisse suas redes sociais e ficasse em prisão domiciliar.

SEM PENA
Por fim, Gentili ironizou que agora tem pena da Michelle Bolsonaro, que precisa aturar o marido todas as noites em casa.

HIPOCRISIA
Ou seja Gentili expõe a hipocrisia de Jair Bolsonaro, que brada em defesa da liberdade de expressão, mas tentou censurá-lo.

NAVIOS
Mudando de assunto, há um dito popular bem conhecido: Quando o navio está afundando, os ratos costumam abandoná-lo.

BRUNO SCHEID
É apenas um dito popular, mas é para chamar a atenção de que o Bruno Scheid, aliado e fiel escudeiro de Jair Bolsonaro, teria deixado o “mito” na mão num dos momentos mais difíceis.

PRÉ-CANDIDATO
Pré-candidato ao Senado usando o nome “artístico” de Bruno Bolsonaro Scheid, o pecuarista de Ji-Paraná não foi visto na motociata do Jair, realizada em Brasília nesta terça-feira (29).

Foto/Internet

SERÁ?
Será que ele pulou fora do barco e deixou Bolsonaro para os tubarões? O isolamento de Jair, prestes a ser preso, é visível. Scheid deve ter se antecipado e saiu de fininho…

PODRIDÃO
É impressionante o fedor e a lama quando o assunto envolve CBF,  futebol, cartola, dirigente, verba para federações, entre outros mimos pertinentes ao esporte mais popular do mundo.

OPERAÇÃO
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol(CBF), Samir Xaud, foi alvo de uma operação da Polícia Federal, na manhã de ontem (30), em uma investigação que apura suposta compra de votos nas eleições municipais em Roraima, reduto eleitoral do mandatário do futebol brasileiro.

OPERAÇÃO 2
Além dele, também estão sendo investigados a deputada federal Helena Lima (MDB) e o marido dela.

OPERAÇÃO 3
A Operação Caixa Preta tem o objetivo de apurar suspeita da prática de crimes eleitorais em Roraima. Outros sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos na operação.

OPERAÇÃO 4
Um deles aconteceu na sede da CBF no Rio de Janeiro. Procurada a entidade informou, em nota, que não tem qualquer relação com a operação e que o presidente não é o centro das apurações.

SAMIR XAUD
Aos 40 anos, Samir Xaud foi eleito presidente da CBF em maio deste ano  após  Ednaldo Rodrigues ser destituído do cargo em um processo de falsificação de documentos.

CONTINUIDADE
Ele havia sido eleito presidente da Federação Roraimense no início deste ano, para substituir seu pai, Zeca Xaud, no período de 2027 até 2030. Zeca ficou módicos 40 anos como cacique do futebol em Roraima.

Colaborou E.Luna- interino

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