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Defesa Civil avalia situação climática menos crítica que em 2022, mas diz que riscos de transbordamentos nos próximos dias preocupa

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No ano passado (2022), entre os dias 15 e 21 de fevereiro, ocorreram chuvas intensas no Município, o que resultou em tragédia social, que culminou com a decretação de estado de emergência no início da segunda quinzena de fevereiro e centenas de famílias atendidas pelo município, inclusive com o pagamento de auxílio aluguel a algumas famílias que não tinham para onde ir por conta das enchentes. Os recursos foram oriundos do próprio município.

Agora, um ano depois, a chuva, felizmente, não tem causado tantos estragos como em 2022, mas a intensificação nos últimos dias traz certa preocupação e a Defesa Civil do Município mantém-se em situação de alerta máximo, monitorando várias vezes por dia a

O Coordenador da Defesa Civil, Lucas Borghi, monitora as principais áreas de riscos de enchentes e enxurradas do município, e explicou que o trabalho da equipe tem como objetivo traçar os procedimentos a serem adotados de imediato pela prefeitura, com ativação de uma força tarefa em caso da necessidade em se obter resposta rápida à emergências e desastres relacionados a eventos naturais.

“Embora estejamos acompanhando, diariamente, a situação, gostaríamos também de contar com o apoio da população para que nos comunique quaisquer situações de anormalidades em seu bairro e nas proximidades de suas residências. Também pedidos a colaboração da população para que, em caso de se deparar com áreas alagadas em ruas e avenidas, principalmente nas proximidades de pontes, que evitem atravessar, seja a pé ou de bicicletas, ou, ainda, por veículos motorizados como carros e motocicletas”, afirma.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, os riscos maiores de enchente para hoje, em Rondônia, são para os municípios do extremo norte, como Candeias do Jamari e Porto Velho, principalmente nas proximidades de Extrema e Nova Califórnia. No caso de Cacoal, a situação é de perigo em potencial.

Embora os riscos sejam moderados, a tendência é de maiores riscos ao longo da semana e por isso tanto as entidades que monitoram a situação, quando a população, precisam estar preparados para quaisquer emergências.

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