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Construção do novo João Paulo II é prioridade do governo de Rondônia

3 minutos de leitura

Reunião com a equipe de Governo para os avanços da construção do novo Pronto Socorro do Estado

A equipe do governo do Estado esteve reunida, na última sexta-feira
(3), no gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, para dar continuidade
ao projeto de construção do novo Hospital e Pronto-Socorro João Paulo
II, em Porto Velho.

De acordo com o secretário da Sesau, Fernando Máximo, mais um
importante passo foi dado com toda a equipe de governo. “Estamos
avançando em prol do novo hospital. São vários passos a serem seguidos,
não podemos trocar os pés pelas mãos e, por isso, estamos seguindo
exatamente como deve ser, fizemos o estudo de viabilidade que mostrou
que o modelo BTS é a melhor opção. Agora, estamos montando a questão do
estudo de viabilidade financeira”.

Ainda de acordo com Máximo, o estudo de viabilidade vai dizer quanto
tempo deve durar o contrato, depois de quanto tempo o prédio passa a ser
do Estado, o valor mensal do financiamento a ser pago pelo governo e
outros detalhes. “Fizemos um estudo, por solicitação do Ministério
Publico e do Tribunal de Contas, para mostrar que realmente o BTS é a
melhor opção, confirmado então pelos órgãos competentes. Estamos abrindo
o segundo estudo de viabilidade e todas essas questões financeiras
devem ser levantadas para que possamos fazer tudo de forma correta,
honesta, transparente, sem causar prejuízo para Estado. Esses passos são
burocráticos, mas importantes. Os órgãos de controle exigem essa
cautela para que não sejamos responsabilizados no futuro”.

Pelo modelo Built To Suit-BTS (construir para servir), o governo de
Rondônia pretende construir a unidade de saúde com qualidade e em menos
tempo. “Nossa meta é fazer uma obra no menor tempo possível e com a
melhor qualidade para oferecer saúde de forma humanizada para o povo de
Rondônia, além de melhores condições de trabalho aos nossos servidores”,
afirmou Fernando Máximo.

A construção do novo João Paulo II é prioridade da gestão Marcos
Rocha. Desde eleito, já em dezembro de 2018, que o governador e o
secretário de Saúde pensavam num projeto alternativo, tendo em vista que
pelo método tradicional a construção de um hospital desse porte, com
400 leitos, no Brasil, demora cerca de 10 anos, em média, para ser
construído.

“Foi então que começaram a imaginar o BTS, que é um modelo no qual o
parceiro privado constrói o edifício e entrega para o Estado. A partir
daí, o Executivo começa a utilizar e a pagar as prestações. Depois de um
prazo de 20 a 25 anos, dependendo do contrato, esse imóvel passa a ser
definitivamente do governo de Rondônia. O governador Marcos Rocha está
empenhando e acompanhando de perto esta questão para darmos condição
digna para os rondonienses”, destacou Fernando Máximo.

A reunião contou com a participação da Secretaria de Estado de
Finanças (Sefin), Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão
(Sepog), Casa Civil, Controladoria Geraldo do Estado (CGE) e
Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Texto: Sângela Oliveira e Secom
Foto: Ítalo Ricardo

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